Segundo nossa querida marinha...

No sexto dia desta leviana revolta, o ministro Marques de Leão exigiu que os marinheiros entregassem todas as culatras dos canhões, o armamento portátil e a munição. Porém, uma culatra de um canhão de 120mm fora desviada, sendo mais tarde utilizadas no bombardeio do quartel do Batalhão Naval. Nota-se que, mesmo tendo anistiado esses paupérrimos cidadãos, o governo não tem fé na proposta de “volta à normalidade”. Aliás, o  teve uma atitude mui desvairada ao anistiar esses desordeiros.
A própria Marinha está muito passiva diante desse ultraje à ordem demonstrando ineficiência,  falta de uma estrutura, despreparo e negligência dos oficiais, primeiramente, por não perceberm o que estava por vir, e também, por ainda não terem total controle sobre o encouraçado de Minas Gerais, de Deodoro, entre outros.




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